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Menina de 14 anos é estuprada no porão de casa e recusa-se a fazer aborto: “Este bebê será um presente de Deus”

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Uma menina de 14 anos foi estuprada no porão de casa dos pais – Imagem ilustrativa para proteger as vítimas

P.J. que tinha apenas 14 anos, contou aos pais que foi estuprada quando descobriu que estava grávida, cinco meses depois do que aconteceu no porão.

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A jovem P.J. cresceu em uma família de militares, os pais dela não faziam o tipo de deixar seus filhos saírem com qualquer pessoa. Mas quando os amigos da menina a convidaram para sair com um militar que estava em casa nas férias de Natal; seus pais ficaram bem com isso. Foi quando aos seus 14 anos conheceu o homem que a violaria.

As amigas todas se reuniram na casa de P.J. e, no porão de seus pais, com várias testemunhas, ela foi estuprada. Cada um deles permaneceu em silêncio sobre o que aconteceu. Mas, cinco meses depois, P.J. descobriu que estava grávida. E assim a verdade sobre o que aconteceu no porão finalmente foi revelada quando ela contou aos pais.

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Eles ficaram chocados e furiosos. Eles se sentiram culpados, e a mãe de P.J., ngela, de forma admitida considerou levar sua filha para fazer um aborto.

Angela explica: “Eu realmente pensei em levá-la para interromper a gravidez”. Eu era pró-vida, mas com exceções. Eu não queria fazer isso, mas sempre me disseram que era a coisa certa a se fazer em caso de estupro forçado. Meu marido, porém, disse que não queria ter nada a ver com a morte de uma criança. Que ainda era uma vida humana. Em todos os lugares que íamos, amigos e pessoas religiosas eram muito inflexíveis que deveríamos encerrar”.

ABORTAR OU NÃO?

Lutando com a decisão que pesava em seu coração, ngela não sabia como cuidar melhor de sua filha. Muitas das pessoas próximas a ela a encorajaram a ajudar P.J. a interromper a gravidez, mas seu marido, Doug, estava encorajando o contrário. Ela se lembrou de sua própria experiência com o aborto.

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“Na faculdade, engravidei e fui a um posto de saúde. Eu tinha 24 semanas e fiz um aborto. Minha mãe me forçou porque ela não queria ficar envergonhada com minhas escolhas erradas. Nunca mais falamos sobre isso. Eu nunca superei isso”.

Angela queria sempre o melhor para sua filha. Ela não queria que P.J. sofresse com a mesma culpa e arrependimento que ela era forçada a sentir todos os dias de sua vida.

Foi então que uma amiga ligou para Ângela e a encaminhou para Trisha, que administra o “Birth Right” (Direito de Nascimento). Ela implorou que levasse P.J. para lá antes de tomarem qualquer decisão.

“UM PRESENTE DE DEUS”

“Trisha foi a primeira pessoa a dizer que ia ficar tudo bem. Ela foi a primeira pessoa que realmente nos incentivou a ficar com [o bebê]. Como mulher, mesmo sendo pró-vida, dizem que não há nada pior que você possa fazer a uma vítima de estupro [do que dizer a ela para ficar com o bebê]. Todo mundo me disse, especialmente a mídia, que o aborto é o que você faz.”

Trisha entregou um panfleto de Rebecca Kiessling para a família. Todos oraram sobre isso e foi a melhor coisa que haviam feito. Depois que saíram do Birth Right, P.J. chorou. Não porque ela estava chateada, mas porque se sentiu aliviada como se estivesse em um lugar seguro. Ela disse que sabia que Trisha tinha o melhor interesse no coração.

“Quando ouvimos os batimentos cardíacos [do bebê], tudo acabou para mim. Esta criança será um presente de Deus. P.J. passou muito tempo refletindo em silêncio. Ela tinha uma sabedoria que eu não tinha. Sua força e sabedoria é o que nos ajudou a superar”, disse a mãe.

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Enquanto avançavam e se preparavam para o bebê James fazer sua grande entrada no mundo, a família de P.J. decidiu fazer um chá de bebê. Afinal, esse bebê era o primeiro filho de P.J. e seu primeiro neto. Embora a circunstância fosse infeliz, a vida desse lindo bebê merecia totalmente uma comemoração!

De acordo com o site Faith It, P.J. deu à luz seu filho, James, no outono de 2011. Foi um momento de grande emoção, cheio de alegria e amor, mas as legalidades desse menino significaram um longo caminho pela frente para P.J. e sua família.

AS INVESTIGAÇÕES

À medida que avançavam com as acusações contra o homem que a estuprou, eles aprenderam alguns fatos perturbadores que poderiam colocar seriamente em perigo P.J. e James.

Pois onde moravam, não havia leis em vigor para proteger as mulheres e seus filhos concebidos em estupro de seu estuprador. Algo que parece tão óbvio não é realmente legislação, o que é inacreditável. Este homem foi legalmente autorizado a seguir em frente e buscar a custódia e os direitos como pai.

Além da falta de proteção que enfrentavam, o homem que estuprou P.J. havia também estuprado outro soldado – um homem. Ele também estava em vias de ser dispensado do Exército por uso de drogas ilegais.

O outro soldado mais tarde retratou sua acusação e o estuprador foi absolvido. Ele foi condenado por um crime por uso ilegal de cocaína, mas essas acusações não constituíram punição pela dor e pelo sofrimento pelo qual fez P.J. passar.

Mas as tentativas do estuprador de obter a custódia parcial de James falharam.

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Hoje, P.J. é uma mamãe feliz que “estraga” James com amor e verdade. Ela frequenta um estudo bíblico para mulheres uma vez por semana e ora com James todos os dias; lembrando-o a todo momento de que ele sempre foi desejado e amado.

Quanto à decisão de não interromper a gravidez, Angela se sente muito grata. Pois no minuto que colocou os olhos na criança, nem uma vez a igualou ao estuprador. Até porque ele é uma vítima. Mas ele curou sua família de maneiras que ela nem sabe explicar.

“Ele é o presente mais incrível de Deus. Eu nem sei como colocar em palavras”.

*Os nomes foram alterados para proteger as vítimas.

 

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Sobrevivente de tragédia da Chape sai com vida de acidente de ônibus que matou 21: “Sou abençoado”

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Erwin Tumiri, um dos sobreviventes do voo da LaMia, escapou com vida de acidente de ônibus na Bolívia – Foto: Reprodução/Facebook

O técnico de aviação Erwin Tumiri, um dos sobreviventes do acidente envolvendo o time de futebol brasileiro Chapecoense, se salvou novamente a um acidente, desta vez com um ônibus.

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O ônibus caiu cerca de 150 metros de um barranco na madrugada desta terça-feira (02/03) na Bolívia enquanto percorria a rota entre as localidades de Cochabamba e Ivirgarzama. Segundo a imprensa local, ao menos 21 pessoas morreram e mais de 20 ficaram feridas.

Tumiri foi entrevistado por diversos meios de comunicação bolivianos. Ele se dirigia à cidade de Chimoré, onde trabalha, quando o ônibus caiu.

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“O ônibus estava rodando, aí eu agarrei o banco da frente, sabia que íamos bater porque viajávamos em alta velocidade”, disse ele. Tumiri contou que o ônibus saiu por volta das 22h30 de segunda-feira e fez uma parada “estranha” logo depois.

Ele disse que o ônibus estava se deslocando muito rápido na hora do acidente e que as pessoas começaram a gritar, quando ele agarrou sua poltrona. “Continuei agarrado, não soltei até atingirmos o solo”, contou.

“Depois, me arrastei para fora, sentei, meu joelho estava machucado, me sentei e disse, de novo, ‘não posso acreditar'”, conta. “Aí vieram nos resgatar, eu não estava inconsciente. Acho que fui o primeiro a ser levado para cima. Eu me sinto abençoado, sempre dando graças a Deus”.

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Tumiri teve lesões no joelho e arranhões nas costas, mas sem gravidade.

“Ele está estável, graças a Deus, mais uma vez ele foi salvo. Eu conversei com ele e ele disse que está bem. É com a força do Senhor, ele sempre cuida de nós e tem seu tempo”, disse a irmã de Erwin, Lucia Tumiri, em entrevista ao jornal Los Tiempos.

Em 2016, Erwin Tumiri foi um dos seis sobreviventes na queda da aeronave da LaMia, que levava a delegação da Chapecoense para a final da Copa Sul-Americana. Ao todo 71 pessoas morreram na queda do avião.

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Igreja distribui alimentos para população que vive de lixão no Moçambique

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Universal oferece ajuda humanitária para população que vive de lixão em Moçambique – Imagem: Reprodução

Considerado um dos países mais pobres da África, Moçambique recebeu ajuda de uma igreja local para alimentar um grupo de pessoas que vivem em um lixão de Maputo, capital do país.

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O programa social Unisocial EVG, iniciativa da Igreja Universal do Reino de Deus, distribuiu kits de prevenção contra a Covid-19 e alimentos para 850 trabalhadores que vivem de um lixão localizado no bairro de Hulene, em Maputo. A ação aconteceu no final de janeiro.

A iniciativa da Igreja Universal teve como objetivo oferecer uma atenção especial para os garis que atuam no local.

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O lixão de Hulene recebe todo o lixo hospitalar da capital moçambicana. Agentes do Conselho Municipal também participaram da ação social para alertar os trabalhadores sobre os riscos de contaminação e ensinar métodos de prevenção.

De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), Moçambique enfrenta condições econômicas difíceis em consequência de fragilidades internas e do agravamento da pandemia do novo coronavírus. Para o organismo internacional, é preocupante o aumento do desemprego, da pobreza e da desigualdade social na nação africana.

Segundo o portal Universal.org, Paulo Marques, responsável pelo Unisocial EVG no país, relata que essas pessoas, que tiram seu sustento do lixo, também são discriminadas, e que algumas precisam morar no depósito.

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“Fomos até lá para mostrar que eles não estão esquecidos, e oferecer uma ajuda importantíssima a quem precisa. O Unisocial EVG continuará a fazer este trabalho no lixão, ou em qualquer área carente de Moçambique”, explicou Marques.

Assim como ocorre no Brasil, em busca de salários melhores, a população carente das grandes cidades africanas ocupa terrenos e constrói habitações em áreas marginais, inseguras ou degradadas.

A voluntária Suzana de Souza descreveu a alegria de poder oferecer uma ajuda humanitária àquelas pessoas.

“Foi muito bom ver os rostos cheios de alegria e felicidade. Não só pelo alimento ou algum material que entregamos, mas também pela esperança e ânimo que deixamos a elas”, concluiu.

País africano enfrenta grave crise econômica e agravamento da pandemia da COVID-19 – Imagem: Reprodução

 

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Criança de 7 anos com paralisia cerebral salva toda a família da intoxicação por monóxido de carbono

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Michael Martinez – Foto; Reprodução

O herói de 7 anos de Atascocita, Texas, é Michael Martinez. Com 27 semanas, pesando três quilos, ele nasceu com paralisia cerebral. E por causa de sua condição, ele usa uma cadeira de rodas para se locomover. Mas, apesar dos obstáculos, a família o chama de “milagre”.

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Michael é como qualquer outra criança, exceto pelo fato de estar em uma cadeira de rodas. Às vezes, seus pais choram quando o veem com vontade de andar e correr como as outras crianças. Mas tudo mudou quando testemunharam que, apesar de sua deficiência, ele poderia se tornar um herói. E que somente sua vida traz milagres para que outros continuem a viver.

SALVANDO TODA A FAMÍLIA

Certa noite, o detector de monóxido de carbono da família Martinez disparou. Mas ninguém ouviu o alarme, exceto o filho de 7 anos com paralisia cerebral. Sua família inteira, sete membros, estavam todos dormindo. Então ele rastejou até o quarto dos pais para contar a eles.

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“Eu estava tremendo porque estava com medo”, Michael relata.

E por causa da ação rápida de Michael, ele acabou salvando sua família inteira do que poderia ter sido uma tragédia. Eles então descobriram que o monóxido de carbono vinha de seu fogão.

“Ele é nosso pequeno herói”, disse Angie Martinez, a mãe de Michael. “Ele salvou nossa família”, conclui.

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Enquanto isso, Angie e sua irmã mostraram alguns sintomas de envenenamento por monóxido de carbono. Os outros membros da família estão todos bem, de acordo com o portal God TV.

Foto: Reprodução

 

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