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Mulher que sobreviveu ao aborto compartilha como Deus restaurou sua história

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laire Culwell é uma sobrevivente de aborto que se tornou ativista pró-vida – Foto: Reprodução

Uma mulher sobrevivente de um aborto que matou sua irmã gêmea; conta como Deus restaurou sua história e usou para o bem o que o Inimigo pretendia para o mal. Assim em um podcast apresentado por Abby Johnson, ex-funcionária da Planned Parenthood que se tornou uma ativista pró-vida, compartilhou seu testemunho.

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A mãe de Claire Culwell tinha apenas 13 anos e estava na oitava série quando engravidou. Então na época fez um aborto no quinto mês de gestação, pelo método de dilatação e curetagem (D&C). O aborto teve sucesso, mas um dos gêmeos havia sobrevivido. Por isso, ela procurou um segundo aborto tardio no Kansas (EUA), mas não pôde fazer o procedimento por causa do risco de infecção.

Criada como filha adotiva em uma família cristã, Claire Culwell não sabia que tinha sobrevivido a um aborto até que conheceu sua mãe biológica. “Naquele dia, ao olhar nos olhos da minha mãe biológica e ver suas lágrimas, ao ver o que o aborto havia feito a ela, decidi perdoar minha primeira mãe”, disse ela.

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“Eu perguntei se poderia compartilhar essa história com as pessoas porque eu sabia que as impressões digitais de Deus estavam por toda parte. Eu sabia que havia algo poderoso sobre uma sobrevivente do aborto”, acrescentou.

COMPARTILHANDO SEU TESTEMUNHO

Sua mãe biológica via o aborto como seu segredo mais vergonhoso, mas Claire pediu permissão para compartilhar seu testemunho. Então se lembrou do momento em que contou sua história para uma multidão, que incluía sua mãe biológica.

“Eu a trouxe para o palco e nós choramos”, disse ela. “Eu amo aquele momento porque parecia uma vitória. Vitória sobre o que aconteceu conosco, vitória sobre o que o aborto tentou fazer com a gente, tentou tirar de nós”.

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“Temos vitória por causa do que Cristo oferece, por causa do Seu perdão por nós e porque sabemos que, um dia, Ele voltará e fará tudo certo. Então temos essa esperança”, ela continuou. “Deus realmente transformou algo que foi feito para o mal – para o meu mal, para tirar minha vida, para desmembrar minha irmã gêmea, para machucar minha mãe biológica – Ele pegou aquele mal e transformou em algo bom”.

É NECESSÁRIO FALAR SOBRE ABORTO!

Apesar dos traumas do passado, Claire Culwell diz que escolheu perdoar. “A nossa jornada de cura, embora tenha sido difícil, abriu o caminho para que as pessoas reconheçam a humanidade do nascituro e reconheçam a necessidade de, especialmente pastores, se levantarem e dizerem: ‘Já chega! Temos que fazer melhor do que o que estamos fazendo'”.

De acordo com o site The Christian Post, tanto Abby Johnson quanto Claire Culwell incentivaram os pastores a falarem sobre o aborto no púlpito: “O silêncio da Igreja está enviando mulheres em direção à clínica de aborto como seu lugar seguro, porque a clínica de aborto está dizendo: ‘Estamos aqui para te ajudar, apoiamos você’”, disse Culwell.

“Por 21 anos, me sentei nos bancos da mesma igreja… E nenhuma vez eu ouvi meu pastor, meu líder de jovens, qualquer pessoa, falar sobre aborto”, disse ela. “Nunca ouvi falar de como Deus criou a vida à Sua imagem e por isso devemos protegê-la. E então aqui estava eu, com 21 anos, descobrindo que havia sido afetada pelo aborto e não sabia para onde me dirigir. Eu não sabia se isso seria aceito”.

 

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