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Será a marca da besta? “Marca de vacinação” sob a pele está em desenvolvimento

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Pesquisadores do MIT dizem estar desenvolvendo uma marca de vacinação sob a pele invisível a olho nu – Imagem: Ilustrativa

Pesquisadores descobriram uma maneira de deixar uma “marca” sob a pele para que possa permitir às autoridades a saberem quem foi vacinado ou não. Assim sendo, essa é criada com um corante especializado que não é visível a olho nu. Então, se aplica o corante sob a pele como parte do processo de vacinação.

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Esta também é uma nova maneira de registrar o histórico de vacinação de um paciente. Pois armazena os dados em um padrão de corante, invisível a olho nu. Logo, irá ser administrado sob a pele ao mesmo tempo que a vacina.

“Em áreas onde os cartões de vacinação de papel são frequentemente perdidos ou não existem, e os bancos de dados eletrônicos são desconhecidos; esta tecnologia pode permitir a detecção rápida e anônima do histórico de vacinação do paciente para garantir que todas as crianças sejam vacinadas”; disse um ex-aluno de pós-doutorado do MIT que agora é professor assistente de bioengenharia na Rice University, Kevin McHugh.

O artigo do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos Estados Unidos) anunciando essa descoberta afirma que quem financiou a pesquisa foi Bill Gates. E para que se possa ver a “marca” deixada pelo corante, as autoridades precisarão de um “smartphone equipado de maneira especial”. Assim, é feita a leitura da “marca” por pelo menos cinco anos após a injeção inicial.

Não haverá uma agulha longa como sistema de aplicação. Pois os cientistas envolvidos nesta pesquisa pretendem criar um “adesivo com micro agulha”. Para que possa entregar a vacina e o corante ao mesmo tempo. Ou seja, projetaram uma micro agulha em vez de uma seringa e agulhas tradicionais.

Esses adesivos estão em desenvolvimento a fim de fornecer vacinas contra sarampo, rubéola e outras doenças. Logo, os pesquisadores mostraram que o corante poderia se incorporar de modo fácil aos adesivos.

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Final dos Tempos?

As “micro agulhas” em cada adesivo consistem em uma mistura que inclui açúcar solúvel. E, uma vez aplicada na pele humana, elas se dissolvem de modo parcial, liberando assim sua carga útil em cerca de apenas dois minutos. Ao carregar de maneira seletiva as micro partículas nas micro agulhas, as manchas criam um padrão na pele que é invisível a olho nu. Mas que por sua vez pode ser feito a verificação com um smartphone que tenha o filtro infravermelho removido.

Para muitos, essa invenção pode soar como um método menos doloroso para aplicar vacinas; assim como uma ótima maneira de manter o controle de quem foi vacinado ou não. Mas, para muitos outros, essa invenção é um movimento muito grande na direção errada. Além disso, é uma violação dos direitos de privacidade. Várias pessoas estão preocupadas que possamos de maneira eventual estar nos aproximando dos dias alertados em Apocalipse 13:16-18 :

“Também obrigou todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, a receberem certa marca na mão direita ou na testa; para que ninguém pudesse comprar nem vender, a não ser quem tivesse a marca, que é o nome da besta ou o número do seu nome. Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Seu número é seiscentos e sessenta e seis.”

Será que é a marca da besta?

De acordo com a Bíblia, sem a marca da besta as pessoas não serão capazes de realizar atividades básicas. E agora estamos em estado de alerta. Pois aqueles que não tomam a vacina do Covid-19 não terão uma vida normal. Considere as palavras do diretor médico, Dr. David Williams:

“O que podemos fazer é dizer às vezes para ter acesso ou facilidade de entrar em certos ambientes, se você não tiver vacinação, então não poderá entrar nesse ambiente sem outros materiais de proteção”, disse ele.

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E acrescentou dizendo: “O que pode ser obrigatório é a prova de vacinação para ter latitude e liberdade de movimento… sem usar outros tipos de equipamento de proteção individual”.

 


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