Análise da música “Sublime” do cantor Leonardo Gonçalves

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Análise de “Sublime” do cantor Leonardo Gonçalves: Costumo dizer que músicas boas, com mensagens verdadeiras e fundamento bíblico são fáceis de analisar. Este é mais um desses casos, portanto serei breve. Obviamente que se faz necessário que tenhamos clarificado em nossa mente a verdadeira mensagem do Evangelho, do contrário sempre julgaremos as coisas (e as canções) com base apenas em nossa própria opinião.

Pois bem, no início da canção o autor nos faz lembrar a realidade a qual nos deparamos todos os dias nesta vida. Vaidades (ilusões), vazio existencial, frustrações, tormentas. Dadas as mazelas de nossa vida terrena, a canção segue fazendo referência à grande esperança cristã: A volta de nosso Senhor Jesus Cristo, quando enfim nos encontraremos face a face com o Pai, inaugurando dessa forma o fim de todo sofrimento, quando toda lágrima será enxugada.

Tudo isso concorrendo para um sentimento que tem faltado em muitos cristãos de nosso tempo, talvez na maioria, que é o de que somos apenas estrangeiros nesta terra, passageiros aguardando o grande dia, sem nos embaraçarmos com anseios temporais.

Todos estes ainda viveram pela fé, e morreram sem receber o que tinha sido prometido; viram-nas de longe e de longe as saudaram, reconhecendo que eram estrangeiros e peregrinos na terra”. (Hb 11:13, ver também I Pe 2:11)

O compositor deixa claro então o lugar onde deseja fazer sua morada definitiva, não mais como estrangeiro. Através do contexto é possível aferir claramente que “Jerusalém” aqui não se trata da Jerusalém terrena, mas da Nova Jerusalém (Ap 3:12; 21:2), onde habitaremos eternamente num Reino de justiça e paz, o Reino totalmente estabelecido de Deus.

Pessoalmente não gosto do estilo musical e melódico deste cantor, mas não há como negar que a mensagem desta canção é excelente, apesar de simples.

 

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O objetivo das analises não é acusar ou perseguir compositores, tampouco os intérpretes das músicas aqui analisadas. O objetivo é avaliar que tipo de afirmações estão sendo proferidas em nossos púlpitos e lares cristãos, seguindo a linha de raciocínio dos crentes bereanos (Atos 17:11) e os conselhos de Paulo (1 Ts 5.21; Hb 13.9) e João (1 João 4.1). Todas as análises são de responsabilidade de seus autores e críticas são bem vindas, desde que não venham acompanhadas de ofensas, mas de paz.

 

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