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Escola mantida por igreja ensina alunos a pararem de dizer “mãe” e “pai” e incentiva linguagem inclusiva

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Imagem: Unsplash

Uma escola particular a fim de usar uma “linguagem mais inclusiva” está incentivando as crianças a não usarem mais os termos “mãe” e “pai”. Porque tais palavras fazem “suposições” sobre a vida familiar das crianças. Por isso, estimulam a falarem os termos “adultos”, “gente”, “família” ou “tutores”.

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Em seu esforço pela ideologia de gênero, a escola quer que seus alunos substituam “meninos e meninas” por “pessoas”. Além disso, em vez de se alinharem como meninos e meninas, eles devem se alinhar em ordem alfabética ou por tipo de calçado.

A escola também ensina os alunos a reagirem caso ouçam alguém dizendo “um menino não pode se casar com outro”, com uma frase já pronta: “As pessoas podem amar e se comprometer com quem quiserem, é sua escolha com quem se casar”. E não apenas isso… Mas em vez de desejarem um ao outro um “Feliz Natal”, usam “boas festas” ou desejam “ótima folga”.

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Embora trata-se de uma escola mantida por uma igreja episcopal em Manhattan, Nova York (EUA); segundo o portal New York Post há um guia para alunos e funcionários explicando a missão da escola de inclusão.

No guia de 12 páginas da Grace Church School informa:

“As famílias são formadas e estruturadas de várias maneiras. Na Grace Church School, usamos uma linguagem inclusiva que reflete essa diversidade. É importante evitar fazer suposições sobre com quem as crianças vivem, quem cuida delas, se dormem no mesmo lugar todas as noites, se vêem os pais, etc”.

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Um funcionário da escola explicou sua política linguística: “Como parte de nossa identidade episcopal, reconhecemos a dignidade e o valor comum à humanidade”.

Mas o comentarista do site do The Christian Post, Jim Denison sobre o caso diz:

“Concordo de todo o coração que devemos ‘reconhecer a dignidade e o valor comum à humanidade’. Todo ser humano é criado à imagem de nosso Criador (Gn 1.27) […] No entanto, não ‘reconhecemos a dignidade e o valor comum à humanidade’ ao violar a palavra e a vontade de Deus para a humanidade”, afirmou.

Uma escola mantida por igreja episcopal em Manhattan (EUA); ensina alunos a pararem de dizer “mãe” e “pai” e incentiva linguagem inclusiva – Imagem/ Getty Images

 

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