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Filho do ator Tom Hanks revelar que deixou de ser ateu após Deus se revela a ele

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Tom Hanks e seu filho Chester Hanks – Imagem: Michael Tran/Getty Images

O ator norte-americano Chester Hanks, filho do também ator Tom Hanks, fez um relato de como deixou o ateísmo depois de uma inesquecível experiência com Deus.

Chester Hanks, mais conhecido como Chet, foi entrevistado na sexta-feira passada (26/02) no podcast Impaulsive Clips e descreveu sua conversão do ateísmo após ser tocado pela mão de Deus, a informação é do portal Christian Post.

Chet hoje com 30 anos, disse que foi na sua adolescência, no seu 17 anos, que ele percebeu que Deus era real. Ele passou 12 semanas em um acampamento em uma área remota de Utah, nos EUA. Cheio de raiva e longe de todos, o então professante “ateu” disse que foi uma “caminhada de um dia” que mudou sua vida.

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“Eu saí e sentei na beira deste penhasco e estava apenas olhando para a vista”, disse ele na entrevista. “Enquanto eu olhava para aquela vista e olhava para onde eu estava de uma perspectiva elevada – porque eu estive preso neste deserto por 12 semanas e ele parecia feio e chato, e não havia nada para olhar. Mas agora estou olhando para isso de uma perspectiva elevada do topo desta montanha”, contou.

O também músico revelou que estava tão impressionado com a beleza que o cercava, olhando 360 graus até onde os olhos podiam ver, e não havia um “grão de humanidade” por quilômetros.

“Estou olhando em volta e estou tão emocionado. Parecia que fui tocado pela mão de Deus. Foi naquele momento que Deus se revelou a mim”, testemunhou. “Toda aquela raiva e aquele ódio e aquele ressentimento mudaram. Inverteu-se em uma esperança infinita, gratidão, paz, amor”, disse.

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EXPERIÊNCIA MARCANTE

“Simplesmente girou em um centavo, assim. E eu estava tão emocionado que simplesmente sentei na beira daquele penhasco e chorei. Chorei por uma hora, chorei incontrolável por quase uma hora. Não cessou, mas lágrimas de alegria. Lágrimas de tudo, sentindo cada emoção de uma vez, toda a dor e toda a alegria”, disse.

Segundo Chester, aquela experiência foi tão especial que admitiu que nunca se sentiu tão bem, até mesmo quando ele usava drogas e álcool dos 16 aos 24 anos.

“Qualquer experiência que tive com psicodélicos nem chega perto disso”, disse ele. “Foi naquele momento, foi o nascimento da minha vida espiritual, foi quando fui vencido. Eu sabia, ‘OK, não, há algo mais lá fora. Há um poder superior, há uma inteligência superior porque parecia que ele apenas me deu um tapinha no ombro”, revelou.

 

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