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O antídoto para a crise do país

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O antídoto para a crise do país

Provérbios 18:21 – “Ele andou em todos os caminhos de Asa, seu pai; não se desviou deles e fez o que era reto perante o SENHOR. Todavia, os altos não se tiraram; neles, o povo ainda sacrificava e queimava incenso.”

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A comunicação é uma arma poderosa. E assim podemos classificá-la, pois serve tanto para proteger, quanto para destruir, a depender da prudência de quem a utiliza. Entretanto, para estes armamentos, não há lei ou medida capaz de regulá-la. O equilíbrio está no bom – senso e no autocontrole.

O Brasil tem enfrentado tempos difíceis. É a crise econômica, que apesar da melhora, ainda é preocupante; problemas de ordem estrutural como educação, saúde e segurança, que, basicamente, se arrastam desde os primórdios da nossa existência, enfim a lista de desafios é grande.

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As soluções, por certo, não são as mais simples, se assim o fossem, certamente estaríamos em outro patamar. Entretanto, há uma espécie de antídoto que pode ser utilizado, ao menos, para refrear o agravamento destes problemas. Todos nós, cidadãos, guardamos a dose necessária deste remédio – que são as palavras.

Assistimos nos últimos tempos uma série de polêmicas que causaram desordem no andamento do nosso país. Pessoas que não pensam nas consequências desastrosas de seus atos, propagam notícias,

especulações que, na prática, em nada resolverão os nossos problemas. Pelo contrário, são precursores de grandes crises. O ganhar destaque nacional e ser aclamado por parcela da população é o suficiente para que estas pessoas ignorem as implicações de suas ações.

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O Brasil clama por reformas. E feliz ou infelizmente, não se trata de questões ideológicas ou partidárias. Trata-se de impedir que a máquina pública entre em colapso, prejudicando ainda mais as atividades básicas do Estado, que hoje são oferecidas de maneira insatisfatória.

A divulgação de palavras ou imagens soltas, proferidas em âmbito privado, acaba por desestruturar uma nação, comprometer o andamento do país e o equilíbrio entre as instituições.

É tempo de entender que não são somente os políticos que carregam a responsabilidade de reconstruir o Brasil. À corresponsabilidade é nacional.  Inclusive, aqueles que detêm o privilégio de anunciar aos quatro cantos do país os fatos, acontecimentos e opiniões, devem sopesar as consequências de seus atos, sob prejuízo de desestabilizar uma nação.

Assim, em vez de camuflar com palavras uma verdadeira e notória guerra, é hora hastear a bandeira branca pelo diálogo e respeito à nação. O instrumento é o mesmo, só depende do bom-senso e da sensatez.

Lucas Gonzalez nasceu em Belo Horizonte/MG. É graduado em Direito pela Faculdade de Direito Milton Campos, pós-graduado em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas, empresário, palestrante e pastor voluntário na Igreja Batista da Lagoinha em BH. Lucas é também Deputado Federal pelo Partido NOVO/MG. Ele ainda é Secretário Adjunto da Secretaria da Juventude da Câmara dos Deputados e Presidente da Frente Parlamentar de Prevenção ao Suicídio e Automutilação. Você pode acompanhá-lo em suas redes sociais e no YouTube: Lucas Gonzalez.

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Lucas é mineiro, graduado em Direito e pós-graduado em Gestão Empresarial. Empresário, palestrante e pastor voluntário na Igreja Batista da Lagoinha, Lucas é também Deputado Federal pelo Partido NOVO/MG. Suas principais bandeiras são: infraestrutura, inserção do jovem no mercado de trabalho, administração pública eficiente e combate à corrupção.

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