Damares Alves pede orações para menina de 10 anos estuprada no ES

"Acho que agora temos que todos nos unir em oração pela vida desta menina e confiar nas autoridades do poder judiciário que estão cuidando do caso", disse ela

Damares Alves – Foto: Reprodução/Redes Sociais

A Ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, se manifestou sobre o caso da menina de 10 anos vítima de estupro no Espírito Santo. Grávida de mais de cinco meses, de acordo com médicos do Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes (Hucam), ela foi transferida para outro estado. O local de destino, onde ela fará o procedimento, foi mantido em sigilo.

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Damares tem acompanhado o caso desde o início em que veio a tona. No sábado, a ministra havia dito que a menina precisará, por anos, de acompanhamento psicossocial e que ela, juntamente com a pasta, ofereceu ajuda e afirmou que irá acompanhá-la em tudo que ela precisar daqui em diante.

Neste domingo (16), a ministra do governo Bolsonaro se manifestou novamente, após a notícia de que a menina tinha sido transferido para outro estado. Damares Alves lembrou que a legislação brasileira diz que no caso de estupro, o aborto pode ser feito até 22 semanas de gestação e neste caso, já passa do prazo. A ministra disse estar orando pela saúde da criança.

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– Agora podemos entender o motivo deste caso ter ido para o judiciário. Meu coração aqui apertado. Desde domingo passado oro por esta criança para que tudo sua vida seja preservada e para que ela fique bem. A pedofilia, o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes sem dúvida alguma precisam ser combatidos com coragem pois suas consequências são devastadoras – Escreveu Damares nas redes sociais.

– Acho que agora temos que todos nos unir em oração pela vida desta menina e confiar nas autoridades do poder judiciário que estão cuidando do caso – Finalizou ela.

O hospital que negou o procedimento, é vinculado à Universidade Federal do Espírito Santos (Ufes), e alegou questões técnicas para não fazer o procedimento. O mesmo alegou que a idade gestacional estava avançada e, portanto, não era amparada pela legislação. Segundo o hospital, a menina estaria com 22 semanas de gravidez, ou seja, mais de cinco meses, e não três como havia sido informado.

 


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