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Igreja distribui alimentos para população que vive de lixão no Moçambique

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Universal oferece ajuda humanitária para população que vive de lixão em Moçambique – Imagem: Reprodução

Considerado um dos países mais pobres da África, Moçambique recebeu ajuda de uma igreja local para alimentar um grupo de pessoas que vivem em um lixão de Maputo, capital do país.

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O programa social Unisocial EVG, iniciativa da Igreja Universal do Reino de Deus, distribuiu kits de prevenção contra a Covid-19 e alimentos para 850 trabalhadores que vivem de um lixão localizado no bairro de Hulene, em Maputo. A ação aconteceu no final de janeiro.

A iniciativa da Igreja Universal teve como objetivo oferecer uma atenção especial para os garis que atuam no local.

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O lixão de Hulene recebe todo o lixo hospitalar da capital moçambicana. Agentes do Conselho Municipal também participaram da ação social para alertar os trabalhadores sobre os riscos de contaminação e ensinar métodos de prevenção.

De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), Moçambique enfrenta condições econômicas difíceis em consequência de fragilidades internas e do agravamento da pandemia do novo coronavírus. Para o organismo internacional, é preocupante o aumento do desemprego, da pobreza e da desigualdade social na nação africana.

Segundo o portal Universal.org, Paulo Marques, responsável pelo Unisocial EVG no país, relata que essas pessoas, que tiram seu sustento do lixo, também são discriminadas, e que algumas precisam morar no depósito.

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“Fomos até lá para mostrar que eles não estão esquecidos, e oferecer uma ajuda importantíssima a quem precisa. O Unisocial EVG continuará a fazer este trabalho no lixão, ou em qualquer área carente de Moçambique”, explicou Marques.

Assim como ocorre no Brasil, em busca de salários melhores, a população carente das grandes cidades africanas ocupa terrenos e constrói habitações em áreas marginais, inseguras ou degradadas.

A voluntária Suzana de Souza descreveu a alegria de poder oferecer uma ajuda humanitária àquelas pessoas.

“Foi muito bom ver os rostos cheios de alegria e felicidade. Não só pelo alimento ou algum material que entregamos, mas também pela esperança e ânimo que deixamos a elas”, concluiu.

País africano enfrenta grave crise econômica e agravamento da pandemia da COVID-19 – Imagem: Reprodução

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