“Era um culto religioso”, disse Daniel Silveira sobre fogos disparados supostamente contra o STF

O parlamentar é um dos alvos do inquérito que investiga organização de atos contra a democracia

Foto: Reprodução/Facebook

O deputador federal Daniel Silveira, do PSL do Rio, um dos alvos da operação feita pela Polícia Federal no inquérito que investiga organização de atos contra a democracia, apresentou sua versão sobre o suposto ataque ao Supremo Tribunal Federal (STF) com fogos de artifício. 

Segundo o deputado, os fogos de artifício que foram disparados no sentido do prédio central da corte eram, na verdade, um culto de oração formado por integrantes do acampamento rural, que existia próximo ao Ministério da Agricultura, mas foi desmontado pela polícia.

 

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– Não existiu ataque. Todos os membros, cerca de 30 pessoas, estavam cantando músicas de louvor e depois houve uma salva de palmas – Disse o parlamentar.

Daniel Silveira disse ainda que após a reunião evangélica ocorreu a queima de fogos de artifício, mas que não foi em direção à sede da suprema corte.

– Um vídeo foi gravado por um desses integrantes de grupos de direita afirmando que aquilo seria um ataque ao Supremo, mas não é verdade – Disse ele em um vídeo publicado no YouTube.

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